terça-feira, 8 de março de 2011

PLANO DE AÇÃO – REVITALIZAÇÃO DO CONSELHO ESCOLAR


COLÉGIO ESTADUAL PROFESSORA FELICIDADE DE JESUS MAGALHÃES

PLANO DE AÇÃO – REVITALIZAÇÃO DO CONSELHO ESCOLAR


OBJETIVO GERAL:

Viabilizar o processo de revitalização do Conselho Escolar com vistas à  assegurar o alcance das metas estabelecidas no Projeto Político Pedagógico da Escola .

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
·        Sensibilizar a comunidade escolar para a revitalização do Conselho Escolar;
·        Efetivar a participação significativa  do Conselho Escolar na Unidade.

JUSTIFICATIVA:
 A escola possui um papel importante no processo de democratização da sociedade e no exercício da democracia participativa. A Constituição Federal de 1988 no Artigo 206, Inciso VI, estabelece a gestão democrática do ensino público, na forma da Lei.  Neste sentido, uma das características mais importantes da Gestão Democrática e Transparente refere-se ao compartilhamento de tomada de decisões e veiculação de informações com vistas para uma melhoria da qualidade da educação. De maneira resumida da gestão democrática, PORTELA(2004), nos diz que:
“Gestão democrática é pois, a coordenação dos esforços individuais e coletivos em torno de objetivos comuns, definidos por uma política de ação e inspirados por uma filosofia orientadora e por todos partilhada.”
Uma forma mais democrática de conduzir a gestão participativa de uma unidade escolar é envolver a comunidade na administração através da participação dos conselhos escolares, pois estes se constituem um espaço importante no processo de democratização, na medida em que reúne representantes de todos os segmentos envolvidos direta ou indiretamente na educação, para discutir, definir e acompanhar o desenvolvimento o projeto político pedagógico da unidade escolar. Assim, nesse novo padrão de gestão educacional, conforme afirmado em trabalho conjunto entre a UNESCO E MEC,
“... o diretor  é cada vez mais obrigado a levar em consideração a evolução da idéia de democracia, o que conduz o conjunto de professores, e mesmo os agentes locais, á maior participação, á maior implicação nas tomadas de decisão. (Velérien, apud, LUCK 2005, s.d, p.1)”
Lançado em 2004 pela Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação, o Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares incentiva a formação de conselhos nas unidades escolares.  A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 99394/96, no Artigo 14, Inciso II, assegura a participação das comunidades escolares local em conselhos escolares ou equivalentes.
Apesar de já possuir um Conselho Escolar, O Colégio Felicidade ainda precisa efetivar a participação significativa do referido conselho no percurso educativo de toda a unidade escolar, pois representa os segmentos da escola e precisa atuar em conjunto para definir caminhos e tomar as decisões que são de sua responsabilidade. A viabilização dessa prática possibilitará mudanças no processo de gestão da escola e na tomada coletiva de decisões nos aspectos pedagógicos, administrativos e financeiros, objetivando assegurar o alcance das metas estabelecidas no Projeto Político Pedagógico. Diante desse quadro se faz necessário a criação de um plano de ação para a revitalização do Conselho Escolar compartilhando assim a  responsabilidade do processo educacional e colaborando para a efetivação de uma gestão democrática e participativa.

PLANO DE AÇÃO  
Ação 1: Realizar uma reunião geral para a sensibilização da efetivação do Conselho Escolar
Responsável: Direção e Vice Direção e Professora Maria Cristina
Envolvidos: Pais, alunos, professores e funcionários.
Cronograma:  Novembro de 2010
Produto/ Instrumento/ Evidência: Convite da reunião, Ata da reunião, fotos.

Ação 2: Campanha de sensibilização da comunidade escolar para participação do Conselho Escolar, através de cartazes e conversa informal em sala de aula.
Responsável: Professores, e Comissão Eleitoral do Colegiado Escolar.
Envolvidos: Professores, alunos e funcionários.
Cronograma: Novembro de 2010
Produto/ Instrumento/ Evidência: Fotos dos cartazes e depoimento dos professores.

Ação 3:  Efetivação do Processo Eleitoral da nova composição do Conselho Escolar Gestão 2011-2012.
Responsável: Comissão Eleitoral
Envolvidos:Toda comunidade escolar
Cronograma: Novembro e Dezembro de 2010
Produto/ Instrumento/ Evidência: Edital de Convocação para a eleição, Registro dos candidatos, Boletim de apuração da eleição, Ata dos resultados da eleição, Registro da nova composição do Conselho Escolar

Ação 4:  Cerimonial de posse dos membros do Conselho Escolar
Responsável: Direção
Envolvidos: Direção, Conselho Escolar e comunidade escolar.
Cronograma: Fevereiro de 2011
Produto/ Instrumento/ Evidência: Convite, Certificados, Ata do cerimonial, fotos.

Ação 5 Oficinas para estudo das bases legais e funções do Conselho Escolar
Responsável: Professoras: Maria Cristina Rodrigues, Normacélia Ribeiro e Vaneide Dias
Envolvidos: Membros eleitos do Conselho Escolar
Cronograma:  Março de 2011
Produto/ Instrumento/ Evidência: Cronograma e Programação das Oficinas;  Lista de presença,

Ação 6: Criar um painel de divulgação e informações das ações do Conselho Escolar
Responsável: Direção e coordenação pedagógica
Envolvidos: Toda a Comunidade Escolar
Cronograma: Abril de 2011
Produto/ Instrumento/ Evidência: Foto do Painel

Ação 7:  Criar junto aos membros do Conselho escolar um cronograma anual de reuniões ordinárias.
Responsável: Direção e membros do Conselho Escolar
Envolvidos: Direção e membros do Conselho Escolar
Cronograma: Março 2011
Produto/ Instrumento/ Evidência: Cronograma das reuniões Ordinárias

Ação 8 : Acompanhar o cumprimento do calendário de reuniões do Conselho Escolar
Responsável:  Direção
Envolvidos: Direção e membros do Conselho Escolar
Cronograma:Durante todo o ano letivo
Produto/ Instrumento/ Evidência: Convite e Atas das reuniões

Referências:

Secretaria da Educação da Bahia. O Colegiado escolar: fortalecendo a gestão democrática. Caderno de Orientações.  Bahia ,2008.

SALES, Kátia Marise Borges Sales (Org.) Universidade do estado da Bahia. Processo Seletivo para dirigentes escolares da rede pública de ensino: formação de gestores. Salvador: EGBA, 2008.

Gestão de Unidades Escolares – [ recurso eletrônico]/ ISP/PROGED/UFBA. Curso de Formação de Gestores da Educação Básica. Módulo 1 Salvador: ISP,2008.


quarta-feira, 2 de março de 2011

Participação nas Olimpíadas de Matemática e na FEBAN.

Participação do Colégio Felicidade nas Olimpíadas de Matemática

 Professora Vaneide, Diretora Graciete e aluna Jéssica Reis Barbosa.

Professoras Vaneide, Lauricéia, Diretora Graciete e a vitoriosa Jéssica.

 Aluna Jéssica Reis Barbosa recebeu a medalha de prata nas Olímpíadas de Matemática

O Colégio Felicidade parabeniza aos professores de Matemática que ao longo dos anos contribuíram para o sucesso da nossa aluna Jéssica, mas especialmente parabeniza a Professora Vaneide Freire pelo comprometimento e por fazer da Matemática algo significativo na vida de Jéssica.


Curso Técnico em Comércio na FEBAN 2010













Parabéns ao Curso Técnico pela participação na Feira Baiana de Negócios (FEBAN) e, em especial, aos profesores Lauricéia, Derailde, João César e Patrícia pela colaboração. Ao corpo diretivo do colégio (Graciete, Fábio e Normacélia); aos alunos do Curso Técnico que demonstraram total interesse e dedicação; e aos demais professores e alunos que foram conhecer o stand na FEBAN.
Que em 2011 tenhamos também uma participação  efetiva.


domingo, 9 de janeiro de 2011

PROJECT “CLIPPING - ART ENGLISH”

PROJECT “CLIPPING -  ART ENGLISH”

A professora de Língua Inglesa Letícia Simões Sento Sé desenvolveu junto com alunos  o projeto PROJECT “CLIPPING -  ART ENGLISH”, o qual teve como objetivo proporcionar e inserir a dança e a música no universo social da escola, resgatando a cultura da época da música, proporcionando benefícios sociais físicos, psíquicos melhorando assim a relação da comunidade escolar e dos participantes do projeto.
Buscou-se também estabelecer um diálogo verbal e corporal entre danças tradicionais e as atuais, incluindo as danças das mídias, estabelecendo assim pontes entre os diferentes tempos e vivências sociais cotidianas.
A atividade solicitada foi a contextualização da tradução da música inglesa com as diferentes formas e estilos de dança ou uma representação teatral conforme conveniência do grupo.
As equipes que se inscreveram para realizar a atividade e obtiveram a nota 5,0 (cinco) foram estas abaixo relacionadas:


1º: Abertura (dublagem): Maíta(7ªc)Luma(8ªb)Carina(8ªb)
2º: Psychsocial (dublagem) :Caique Rios e Antonio Ian (6ª vesp)
3º: I’m not a girl, not yet a woman (dublagem):  Kelly – Queise-Patricia-Joseane-Wagner-Cassiano-Carlos
4º: Love Game (dublagem e coreografia): Valéria Ferreira – Lucivania – Catarine - Welligton
5º: Happy Day (coral): Damares-Jeison-Joedson-Flavia-Maiane-Arlete-Tamires-Rayane-Andreia-Jesimiel-Levi-Adílio-Najla-Edinilza-Agnailton-Rubiraci
6º: Tytanic (dublagem):  Janeide
7º: Skate Boy (coreografia):  Jamile-Marli-Patricia-Deise-Jaciara-Lucivania-Gilmara-Elba-Sabrina-Beatriz-Rebeca
8º: Everyday (coreografia) :Laiane-Roniei-Elisama-Danilo-Rafael-Geane-Luciara
9º: Rehab (dublagem) :Jessica
10º: Take my heart back (coreografia): Juliana e Romário
11º: I’m yours (voz e violão-dublagem):  Leonardo e Ian
12º: Never Alone (coreografia) : Vanessa e Soraia
13º: Above all (dublagem) : Reinilson-Jandson
14º: People shit (dublagem) : Caique Rios e Antonio Ian 


Confiram abaixo as fotos da culminância do projeto Clipping Art English 














 Parabéns aos alunos que contribuíram:  Equipe que confeccionou o “look” do Palco:
Cleonice-Edinilza-Andreia-Maiara (1º ano do ensino médio - matutino) e Carina(3º ano do ensino médio - matutino).
 Professora Letícia
 
O Colégio Felicidade parabeniza a Profª Letícia Simões Sento Sé pela inciativa em atrelar a Língua Inglesa ao cotidiano dos educandos através da música e pela participação efetiva e o empenho dos estudantes.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

PROJETO: “PRÁTICAS LEITORAS ATRAVÉS DE TEXTO, IMAGEM E SOM: LETRAMENTO COM PRAZER

PROJETO AFRICANIDADE E DIVERSIDADE

Durante a IV Unidade o Colégio Felicidade desenvolveu nos ensinos fundamental  e médio dos turnos matutino, vespertino e noturno o projeto intitulado “Práticas leitoras através de texto, imagem e som: letramento com prazer com ênfase às questões étino-raciais"que sintetizamos para culminância com o título Africanidade e diversidade, como uma ação pedagógica de contemplação da Lei 11.645/2008 que determina a obrigatoriedade do trabalho com a cultura africana e afro-brasileira e indígena nas escolas da rede pública e privada;e também como uma necessidade de promover práticas leitoras entre nossos educandos, uma vez que, especialmente no ensino fundamental, há certa dificuldade em relação a leitura e a escrita.

Mesmo porque, percebemos que a comunicação humana envolve a integração de diversos recursos verbais e não verbais ( visuais, sonoros e táteis etc.) em uma dada situação de interação, os quais permitem gerar sentidos atribuídos a uma mensagem. Assim para ler um texto (verbal ou não verbal), é necessário que o leitor domine além dos recursos lingüísticos, as informações visuais tais como: nota de rodapé, palavra em negrito, listas de frases, formatação, cores, formas, texturas, tipos de fontes, jogos de sombra, luzes, sonorização, legendas, gráficos, tabelas, mapas e outros recursos, pois todos esses elementos possuem um significado específico e contribui para a interpretação do que está escrito e ou subentendido.

Contudo, esses recursos são, muitas vezes, tratados como meros itens ilustrativos, ou apêndice, e não como parte integrante do texto. Dessa forma, os alunos não são instigados a produzir e a ler esse tipo de material; e assim, não sabem como explorar seu potencial informativo.

É fato que em muitas situações de sala de aula, negligenciamos ou passamos despercebidos pelas imagens ou outros recursos sonoros, a exemplos de fundo musical, sejam elas de filmes exibidos, ou peças de teatro; na prática de textos audiovisuais - nas onomatopéias ou ruídos, nas imagens do livro didático, Propagandas, rótulos, autdoor ou até mesmo nos sites navegados, blogs visitados e ou twitter, deixando dessa forma, a oportunidade de desenvolver o olhar aguçado e critico dos alunos.

Pensando assim, notamos que em nosso espaço escolar, ainda há carência dessas práticas interativas de leitura o que dificulta um bom desempenho e rendimento nas diversas áreas do conhecimento. Atrelada constatações acima relacionadas sentimos também a necessidade urgente de efetivarmos as discussões pertinentes a cultura africana e afrobrasileira, não apenas pela obrigatoriedade da Lei 10.639/2003 alterada pela 11.645/2008 para que enquanto educadores, possamos contribuir para a elevação da auto-estima dos nossos educandos, em sua maioria negros e afrodescendentes.

Uma educação voltada para os Estudos das Relações Étnico-Raciais tem que romper com os estereótipos, as visões tradicionais e pejorativas que insistem em colocar os “escravizados” africanos e negros e afrodescendentes como sujeitos passivos desde a época da escravidão, além de que quando se trabalha com África é numa visão homogeneizante, atribuindo-se tudo de pior que existe ao continente africano: fome, pobreza, doenças, guerras, etc.

Dessa forma, é necessária a descolonização do pensamento para compreender a África com um olhar mais crítico, menos preconceituoso e que, essencialmente, parta das produções dos próprios africanos ou afrodescendentes; pois ainda predomina um olhar eurocêntrico sobre questões ligadas a cultura africana e afro-brasileira

É imprescindível trabalhar com novos territórios identitários que dizem respeito à construção da história daqueles que por muito tempo foram e ainda são excluídos da cidadania. E, a nosso ver, as políticas afirmativas cumprem esse papel, pois é a possibilidade de reconstruir a comunidade brasileira, onde as coisas boas e as oportunidades não sejam para poucos e somente para brancos, mas para todos, até porque a plurirracialidade não deve ser motivo de discriminação, uma vez que é a nossa riqueza civilizatória, pois aprendemos com as diferenças. E nossa unidade escolar é sem dúvida o,local ideal para uma educação multirracial e positiva em relação à apresentação do protagonismo de negros e negras ao longo da história, bem como das lutas que ainda hoje são travadas pelos movimentos sociais a nível local e global com o objetivo de tentar igualar as oportunidades, visando a construção da cidadania e o respeito às diferenças.

Com o desenvolvimento do projeto em questão, pretendíamos:

• Fomentar o gosto e a importância da leitura (em educadores e alunos) implementando práticas leitoras ricas, diversificadas e significativas através de textos verbais e não verbais, disponíveis na escola e no seu entorno, nas diversas áreas do conhecimento.

• Valorizar o potencial de negros e negras nas mais diversas áreas do conhecimento.

• Desconstruir estereótipos e discursos de inferiorização, passividade e indolência atribuída aos negros e afrodescendentes, além de auxiliar na elevação da auto-estima dos nossos discentes e por conseqüência o orgulho de pertencimento à identidade afrobrasileira.

• Compreender, produzir, analisar e atribuir sentidos as variadas formas de representação da informação espacial: mapas, legendas, fotografias aéreas, imagens de satélites e outros recursos;

• Analisar e interpretar gráficos, tabelas e outros recursos visuais existentes;

• Ler, compreender e interpretar as idéias e ideologias contidas nos textos visuais: charges tiras, propagandas, filmes, e textos verbais como forma de compreensão e de conhecimento do mundo que nos cerca;

• Olhar, analisar, compreender e interpretar de forma crítica a avalanche de imagens à qual estão expostos;

• Ouvir, memorizar e interpretar e fazer anotações de textos audiovisuais, os quais permitem ao estudante desenvolver competências e habilidades lingüísticas que facilitam entender a língua nas diversas situações de uso;

• Produzir textos verbais e não verbais dentro da temática das Relações Étnico-Raciais.

• Analisar o protagonismo de escravizados africanos ao longo do processo de escravidão.

• Compreender a ação dos movimentos sociais e negros no período pós-abolição como responsáveis pela inserção dos ex-escravos na sociedade através, essencialmente, da educação.

• Compreender como o pensamento eurocêntrico, pautados no racialismo e evolucionismo, contribuiu para o racismo e o preconceito ainda presentes na nossa sociedade.

• Analisar lideranças negras que exerceram papéis de protagonistas nas mais variadas áreas de conhecimento a nível nacional, estadual e local regional.

• Analisar a África como um continente rico social, política, econômica e religiosamente em detrimento de uma África midiatizada que a passa uma visão estereotipada de pobreza, doença (AIDS) e condicionada à subalternidade e selvageria.

Desenvolvemos em sala de aula atividades, como:
  Leitura, escuta de textos audiovisuais e Interpretação: poesias, Crônica, filmes, documentários, (relacionados ao tema)


 Leitura de textos imagéticos: charge, tira, cartum, quadrinho, fotografia, imagem, ilustração, propaganda, letra de música, apreciação de monólogos, relacionada ao tema

 Análise das características dos gêneros estudados;

 Produção textual: visuais e verbais

Estudos sobre:
Tráfico e escravidão na África.

 Resistência negra

 Religiões de matrizes africanas.

 Período pós abolição.

 Movimentos sociais e negros: Movimento Negro Unificado, Frente Negra, Movimento de Mulheres Negras, Movimento Negro de Jacobina.

Culminância

E na última semana de novembro, fizemos a culminância do projeto, com as produções feitas pelos educandos com a mediação dos professores, especialmente de História, Geografia, Artes e Língua Portuguesa. Foram apresentados painéis, acrósticos, poemas, crônicas, hip hop, slides, vídeos, capoeira e o desfile da Beleza Negra 2010.

As professoras Laudicéia Santos e Maria Cristina coordenaram o projeto, organizando as apresentações, contando com auxílio das professoras Simey, Ana Cristina, Normacélia, Ivone e Audiléia.

Profª Laudicéia fazendo a abertura do projeto Africanidade e diversidade no turno vespertino.


Apresentação do painel sobre religião de matriz africana: Candomblé.
Turno vespertino


Professoras Simey, Julieta e Igor: jurados da Beleza Negra- vespertino.

Candidatas a Beleza Negra do turno vespertino. 

 
Professoras Ivone e a Diretora Graciete: abertura do projeto no noturno.

Alunas do Felicidade praticantes da Capoeira

Alunos dos mestres de Capoeira: Arivaldo e Renato (alunos do Felicidade)


Apresentação da Capoeira: corpo como representação de arte, luta e resistência

Professores jurados da Beleza Negra do noturno: Zorailde, Michelle e Hebert.


Candidatas a Beleza Negra  com as professoras Derlane e Cláudia.

Candidatas: Arlinda, Tiara, Luciane, Aline, Maria Cristina, Cristiana e Janiele.


Luciane Figueiredo: Beleza Negra 2010, recebendo a premiação da Diretora Graciete.

Rainha (Luciane) e princesas (Janiele e Arlinda) e as professoras Normacélia, Laudicéia e Graciete.

Profª Maria Cristina na culminância do matutino.


Apresentação sobre a culinária afro-brasileira.


Apresentação de painéis.

Candidatas a Beleza Negra 2010- matutino- com a Profª Cláudia.



Professoras juradas: Derailde, Laudicéia e Vaneide.


Professores Fábio, Alcione, Zuleide, Sueli, Maria Cristina, Cláudia e Ana Crsitina, com as candidatas do turno matutino.


Platéia.



Entrega da premiação a Princesa.

Nailda: Beleza Negra 2010 - matutino- com os professores Fábio e Graciete.



Rainha e as princesas.


Parabéns a todos os envolvidos: aos professores que em sala de aula fizeram acontecer o projeto, a direção e vice pelo apoio (Graciete, Normacélia e Fábio), a professora Lauricéa pelo auxílio na ornamentação do palco, ao aluno Wilton, pelo apoio técnico , aos professores que atuaram como jurados:Hebert, Michele, Simey, Zoraide, Julieta, Igor, Derailde e Vaneide; aos mestres de cerimônia Fábio Gonçalo e Ivone Menezes, as professoras Ana Cristina, Simey, Sueli, Claúdia, Zuleide e Ana  que auxiliaram na organização e , especialmente, as professoras Laudicéia e Maria Cristina pelo empenho e dedicação.

É o  Colégio Felicidade buscando efetivar em parceria com educandos, educadores e a comunidade as discussões e ações referentes as questões étnico raciais, objetivando uma educação  antirracista  e inclusiva.
Agora é só aguardar 2011.